sexta-feira, 21 de novembro de 2008

#31

Em algum dos posts anteriores, eu dei início a uma série de rascunhos sobre um dos temas que mais mexe com a minha cabeça - a liberdade de expressão.

Um conceito (ainda) muito mal-compreendido, principalmente quando confrontado com outro, que é dele indissociável - a responsabilidade.

Mas quando é a burrice que toma conta...

Diário de Brasília: Ney Matogrosso

O cantor e ator passou rapidamente por Brasília. Está em dois filmes, ambos da mostra em 16mm. Um deles é Marcelo Bousada, Quem?, de Denílson Felix, que mostra um compositor tentando levar sua música para Ney Matogrosso ouvir e, se gostar, gravar. O outro é Depois de Tudo, em que Ney e Nildo Parente fazem um casal gay. Aliás, o filme foi pivô de uma saia-justa. Como a Sala Martins Pena, onde se realiza a mostra em 16 mm, estava cheia de crianças, Ney disse que considerava seu filme inadequado para menores e pediu que elas saíssem da sala. Depois de algum debate e troca de opiniões contrárias, as crianças tiveram de deixar o cinema. Não sem antes assistir ao primeiro filme, Medo do Escuro, que tem por tema crianças molestadas sexualmente.

Roubado do Zanin.

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